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Art Atelier | 14101 S. Dixie Hwy, Suite K | Miami | FL | 33176 |
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Exposição e Lançamento do Livro
HÁ TEMPO ATENTO AO TEMPO
de Leandro Selister
O artista plástico e designer Leandro Selister, lança no próximo dia 03 de setembro, o livro HÁ TEMPO ATENTO AO TEMPO, juntamente com uma exposição de fotografias no Espaço Cultural da ESPM em Porto Alegre.
O projeto, financiado pelo Fumproarte, resgata a dedicação de Selister ao registro do tempo através de fotografias. Durante os últimos 8 anos, ele desenvolveu obras com séries de imagens que tornam presente as memórias do passado.
Segundo a curadora, Ana Zavadil, " as séries assinalam o tempo capturado em quadros que nos possibilitam ter um novo olhar sobre o nosso cotidiano, e, ao artista, um observador obstinado das ações e emoções do dia-a-dia, dão a chance de guardar as imagens em experiências únicas, indizíveis e questionadoras sobre o sentido da existência da vida. Os trabalhos são um convite à reflexão e a sua poética nos arremessa para dentro desse tempo tramado, trançado e finito, em que as marcas de sua presença e a sua significação estão para além do olhar."
A exposição conta com 48 trabalhos de Selister, abrangendo os últimos 8 anos de sua trajetória como fotógrafo.
O quê : Exposição e lançamento do livro HÁ TEMPO ATENTO AO TEMPO
Quando: dia 03 de setembro às 11hs.
Onde: Espaço Cultural ESPM. Rua Guilherme Shell, 268. Porto Alegre.
Venda do livro: o livro com 164 páginas e versão para o inglês, será vendido pelo valor de R$ 25,00
Contatos com o artista :
(51) 8163.8444 / (51) 3019.2353
selister@leandroselister.com.br
Att.,
Olá amigos,
Encaminho a programação das próximas viagens culturais que participarei como professora.
Grande abraço,
Denise.
http://www.colecoesearte.com.br/marketing/VIAGENS/viagens.html
Informações e reservas:
Explore Travel
www.exploretravel.com.br
<http://www.exploretravel.com.br/> 11 3078-5009
FLIPERAMA_PLATAFORMACLUB
Abre no próximo sábado, dia 27, no Plataforma Espaço de Criação, a exposição Fliperama_Plataformaclub de Alexandre Moreira, com a realização de um happening na noite de abertura. O evento será a proposição de uma festa, com a participação dos Djs Janaína Lorenço e Leandro Miranda e dos artistas Lizângela Torres e Marcelo Monteiro. A exposição será o próprio cenário criado por Alexandre sugerindo uma ambientação de boate, (club), com bar, pole dance, pintura flúor, luz negra, etc. A cenografia criada será a base para projeções de filmes (mini clipes feitos de colagens digitais). O artista utiliza imagens retiradas da internet, tv, de outros amigos artistas ou amadores e fotografias de sua autoria. Dessa mistura originam-se os clipes, que combinados, viram um tipo de narrativa auto-biográfica. Este projeto, que Alexandre desenvolve desde final de 2005 com projeções de imagens do arquivo do artista, chama-se FLIPERAMA (http://lugarfliperama.blogspot.com/).
Ressalta-se que os filmes não são feitos para serem assistidos isoladamente; sua intenção é sempre projetá-los com uma trilha já existente, ou seja, normalmente escolhe situações onde já exista uma festa ou uma apresentação musical, seja um show de rock, musica experimental e outros.
Serviço:
FILPERAMA_PLATAFORMACLUB
Abertura: 27 de agosto às 21hs
Visitação: de 29 de agosto a 9 de setembro
Local: Plataforma Espaço de Criação
Endereço: Rua Armando Barbedo, 356. Bairro Tristeza- Porto Alegre/RS
Visitação: por agendamento através do e-mail plataforma.ec@gmail.com e pelos telefones (51) 37379800 - 95052079 - 97414318
Novos cursos para professores são oferecidos na Casa M em setembro
Seis cursos gratuitos acontecem em Porto Alegre, destinados a educadores de diversas áreas do conhecimento
A Casa M tem patrocínio do Banco Itaú e apoio da Vonpar. Ações do Projeto Pedagógico, como os cursos de formação de professores, são patrocinadas pelo Banco Itaú com apoio do Grupo RBS
A partir do dia 03 de setembro, 8ª Bienal do Mercosul oferece novos cursos para formação professores em Porto Alegre, realizados na Casa M. Serão seis novos cursos, totalizando sete turmas, com 15 ou 20 vagas cada, dependendo do curso. Entre os novos temas abordados estão A viagem como destino; Magazines, músicas, jornais & geografia; Desenho e política: da linha ao mapa e Poéticas do viajante: o olhar estrangeiro. O objetivo é abordar conceitos e temáticas da 8ª Bienal e proporcionar a discussão de temas como interdisciplinaridade guiada pela arte, arte como possibilidade pedagógica, imagens do cotidiano, performance como manifestação política, museu e produção de identidades, e literatura e artes visuais no contexto contemporâneo, entre outros.
Os encontros acontecem nas terças-feiras pela manhã, quintas-feiras à noite, sextas-feiras à tarde e aos sábados pela manhã e noite. O público alvo são professores de qualquer área do conhecimento, das redes pública e privada, e participantes do curso de mediadores da 8ª Bienal. As inscrições são gratuitas, através do email professor@bienalmercosul.art.br e também pelos telefones (51) 3254 7517 e 3254 7519.
O ciclo de cursos para formação de professores acontece na Casa M até o mês de novembro. Os cursos são ministrados pelos educadores André da Rocha, Diana Kolker, Estêvão Haeser e Jorge Bucksdricker.
Serviço
Ciclo de cursos para formação de professores – de 03 a 27 de setembro
Turmas de 15 a 20 vagas cada
Inscrições gratuitas através do email professor@bienalmercosul.art.br
Informações pelo fone 3254 7500
Local: Casa M - Rua Fernando Machado, 513 – centro – Porto Alegre
www.bienalmercosul.art.br/casam
Confira a programação
· Magazines, músicas, jornais e geografia
Ministrante: André Rocha
Turma 1: 03 de setembro, sábado, das 9h às 12h
Turma 2: 22 de setembro, quinta-feira, das 18h30 às 21h
Público-alvo: Professores de todas as áreas, mediadores e público interessado
Vagas: 20
Ementa: A produção de vários meios midiáticos e a geografia de nosso tempo. Os termos utilizados, as contextualizações e descontextualizações. A regionalização do espaço vista pelas publicações jornalísticas e pelo mundo da música. A utilização dos mapas e infográficos geográficos dentro do cotidiano da comunicação e da produção musical. Contexto local, regional, nacional e internacional.
· Pulando Muros
Ministrante: Diana Kolker
Turma única: 13 de setembro, terça-feira, das 9h às 12h
Público-alvo: Professores de todas as áreas, mediadores e público interessado
Vagas: 20
Ementa: O curso objetiva trocar experiências e vivenciar práticas educativas que partam da arte e cruzem com diversas áreas do saber, representadas nas disciplinas escolares. Serão realizadas dinâmicas envolvendo os trabalhos expostos na Casa M e oficinas com materiais educativos produzidos pela 8ª Bienal do Mercosul.
· Poéticas do viajante: o olhar estrangeiro
Ministrante: Estêvão Haeser
Turma única: 16 de setembro, sexta-feira e 23 de setembro, sexta-feira, das 15h as 17h
Público-alvo: Professores de todas as áreas, mediadores e público interessado
Vagas: 20
Ementa: A partir de relatos de viagens recentes, que serão ilustrados por fotos e vídeos, os participantes serão convidados a refletirem sobre propostas de artistas que têm em seu processo criativo o deslocamento geográfico como peça chave. Artistas-referência presentes na 8ª Bienal do Mercosul: Barthélémy Toguo, Center for Land Use Interpretation, Francis Alÿs, Tellervo Kalleinen e Oliver Kochta-Kallleinen, Lais Myrrha, Slavs and Tatars e Ykon.
· A viagem como destino
Encontros: 02
Ministrantes: André Rocha e Jorge Bucksdricker
Turma única: 17 de setembro, sábado, das 18h30 às 21h e 20 de setembro, terça-feira, das 9h às 12h
Público-alvo: Professores de todas as áreas, mediadores e público interessado
Vagas: 20
Ementa: Este curso irá abordar a viagem e os deslocamentos como uma forma de compreender e intervir no mundo, tendo como pano de fundo a literatura, as artes visuais e a ciência. Ao longo da história, as viagens inspiraram projetos artísticos e geraram inúmeras teorias científicas.
· Ativando Espaços
Ministrante: Diana Kolker
Turma única: 24 de setembro, sábado, das 9h às 12h
Público-alvo: Professores de todas as áreas, mediadores e público interessado
Vagas: 15
Ementa: Nas palavras do curador geral da 8ª Bienal, Jose Roca: "Mais que um tema, a noção de território é uma estratégia de ação curatorial. Artistas, obras e curadores viajarão pelo Rio Grande do Sul em diferentes momentos do projeto, enquanto Porto Alegre, sede da Bienal, também será entendida como território a ser descoberto e ativado". A partir desta estratégia, este curso se propõe a pensar a Escola como um território a ser ativado através da arte, criando ações poéticas que favoreçam uma experiência sensorial e ativa com o ambiente escolar.
· Desenho e política: da linha ao mapa
Ministrante: Estêvão Haeser
Turma única: 27 de setembro, terça-feira, das 9h30 às 12h30
Público-alvo: Professores de todas as áreas, mediadores e público interessado
Vagas: 15
Ementa: Nesta oficina serão propostos exercícios de desenho a partir de situações geográficas, deslocamentos e mapas, tendo como pano de fundo os trabalhos da 8ª Bienal do Mercosul. Artistas-referência: Mark Lombardi, Mayana Redin, Ana Bella Geiger, Miguel Luciano.
Perfis dos educadores
André Rocha – Formado em Geografia, ingressou no Instituto de Artes da UFRGS em 2002. Formou-se professor de artes visuais e leciona história da arte na rede particular de ensino, além de geografia. Ministra suas aulas "contaminando-as" com a fruição e fazer artístico além da geografia e suas relações. André Rocha, o Caju, nasceu em Porto Alegre em novembro de 1973. Desde a infância, desenha, pinta, ilustra, fotografa, faz adesivos, bonecos e animações. Escreveu "Passado, Presente, Futuro, A Arte, A Educação" que pode ser lido na íntegra em http://revistavertente.blogspot.com/2007/06/5-passado-presente-futuro- arte-educao.html
Diana Kolker - Licenciada e Bacharel em História, educadora de museus, desenvolve e realiza projetos educativos de cunho transdisciplinar. Membro do Coletivo E, de arte educação, atualmente realiza a Ação Educativa do Festival de Teatro Brasileiro. É assistente de coordenação da Ação Educativa do Projeto Séculos Indígenas no Brasil, sendo responsável pela elaboração e desenvolvimento do Curso de Formação de Mediadores Culturais Indígenas, Material Didático, oficinas no Fórum de Atualização de Professores, além de contribuir para a concepção da exposição Séculos Indígenas no Brasil. De 2008 a 2010 integrou o Programa Educativo da Fundação Iberê Camargo. Concebeu e conduziu o Laboratório de Mediação para o Curso de Formação de Mediadores Culturais, realizado na Fundação Iberê Camargo, envolvendo discussão teórica e atividades práticas relacionadas à atuação do mediador em exposições de arte. Foi mediadora cultural em diversas mostras como FILE, no Santander Cultural,2011; VIVO ARTE.MOV, 2010; VII Salão do Trabalhador SESI/ FIREGS, 2010; VI e V Bienal de Artes Visuais do Mercosul. Integrou projetos sócio-educativos direcionados a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. Em 2010, teve sua monografia de conclusão de curso, Na espessura da História - A formação de Iberê Camargo como artista de 1928 a 1950, publicada pela PUCRS.
Estêvão Haeser – Graduado em Artes Plásticas, Habilitação em Desenho, pelo Instituto de Artes da UFRGS (2003) e Especialista em Pedagogia da Arte pelo Programa de Pós-graduação em Educação - Faculdade de Educação da UFRGS (2008). Atua como professor na rede privada de ensino em Porto Alegre desde 1999. Desde 2008 vem apresentando e publicando artigos em congressos internacionais, sobre projetos pedagógicos, gênero, arte e educação, tendo publicado em Portugal, na Finlândia e na Austrália, além do Brasil. Como artista, além do desenho, tem produzido vídeos e performances. Desde 2005 atua no Projeto Pedagógico da Fundação Bienal do Mercosul, tanto na supervisão de mediadores como na formação de professores, tendo participado como co-autor do material pedagógico da 7ª Bienal do Mercosul em 2009. Em 2010, realizou o 'I Fórum de Intercâmbio Cultural: Lisboa – Porto Alegre', na Livraria Ler Devagar, e ministrou oficinas de arte no Centro Cultural de Belém, ambos em Lisboa, em parceria com a Casa da América Latina. Participa desde 2008 da Rede Iberoamericana de Educação Artística.
Jorge Bucksdricker - Natural de Porto Alegre, graduou-se em filosofia pela UFRGS e é mestre em epistemologia e filosofia da ciência pela UFSC. Em 2005 foi selecionado no projeto Coleção 2000, do IEL, tendo na ocasião publicado a coletânea de poemas Solstícios. Traduziu textos e trabalhos de artistas para a 6ª Bienal do Mercosul e fez parte da equipe de formação de professores dessa mesma instituição, de 2008 a 2009. Em 2009, ao lado de Estêvão Haeser e Marina De Caro desenvolveu o material educativo da 7a Bienal do Mercosul. Em 2010, participou de projeto de atualização/formação de contadores de histórias, ministrando oficina sobre a construção da narrativa. Nos últimos anos, publicou ensaios sobre arte e literatura em diversos periódicos, foi editor da revista virtual Ferramentas Errantes, deu aulas de filosofia e ministrou oficinas abordando os cruzamentos entre literatura e artes visuais. Atualmente, estuda física na UFRGS e prepara a publicação de livro.
Sobre o projeto pedagógico da 8ª Bienal do Mercosul
Sob a curadoria do artista mexicano Pablo Helguera, o Projeto Pedagógico da 8ª Bienal do Mercosul propõe diversas ações que levam em conta os desafios e oportunidades das bienais anteriores, assim como as temáticas desta edição, tendo como ênfase teórica a educação no campo expandido.
Dentre as ações estão a realização de Cursos para formação de mediadores e professores, workshops e oficinas abertos ao público interessado, conversas com artistas, encontros teóricos, além de um grande seminário internacional no final de semana de abertura da Bienal.
O Projeto Pedagógico oferece também transporte gratuito para escolas da rede pública de ensino de Porto Alegre e cidades vizinhas (até 100 km da capital), e agendamento de visitas para grupos.
O Projeto Pedagógico é responsável pelo desenvolvimento de diversas atividades dentro da Casa M, como palestras, debates, oficinas e formações. Além disso, está presente em todas as cidades visitadas pelos artistas participantes de Cadernos de Viagem, do projeto Continentes e nas itinerâncias da exposição em homenagem ao artista Eugenio Dittborn, realizando cursos para professores, promovendo debates e conversas com os artistas, entre outras atividades educativas.
Publicações voltadas a diversos tipos de público estão sendo produzidas com enfoque em temas que se apliquem a distintos níveis de aprendizagem e diferentes disciplinas. Dentre as publicações desenvolvidas estão os cadernos para Mediadores, materiais educativos, além de catálogo trilingue (português, espanhol e inglês) que vai reunir a documentação, descrição, análise e debate do projeto.
8ª Bienal do Mercosul - informações gerais
Cerimônia oficial de abertura: 09 de setembro de 2011
Período: 10 de setembro a 15 de novembro de 2011
Todos os dias da semana, das 09h às 21h, com entrada franca
Porto Alegre, RS, Brasil
Acesse www.bienalmercosul.art.br para acompanhar as novidades do projeto. Leia o blog dos curadores e acompanhe o dia-a-dia da concepção e produção do evento: www.bienalmercosul.art.br/blog. Siga a Bienal no twitter e no facebook: http://twitter.com/bienalmercosul e www.facebook.com/bienaldomercosul.
Para referência – 8ª Bienal do Mercosul
A 8ª Bienal do Mercosul será realizada de 10 de setembro a 15 de novembro de 2011, em Porto Alegre/RS. Sob o título Ensaios de Geopoética, a 8ª edição da Bienal trata da territorialidade e sua redefinição crítica a partir de uma perspectiva artística. Reúne 105 artistas de 31 países que desenvolvem obras relevantes para discutir noções de país, nação, identidade, território, mapeamento e fronteira sob os aspectos geográficos, políticos e culturais.
O projeto curatorial está composto por sete grandes ações, abordadas por meio de estratégias expositivas e ativadoras: Casa M, Cadernos de Viagem, Continentes, Além Fronteiras, Cidade Não Vista, Geopoéticas e uma exposição do artista homenageado Eugenio Dittborn.
A Casa M, um dos projetos-chave da 8ª Bienal do Mercosul, é um espaço de encontro para a comunidade artística local, pessoas interessadas em arte e cultura, professores e estudantes de arte e áreas afins. Localizada no centro de Porto Alegre (Rua Fernando Machado, 513), a Casa M iniciou suas atividades no final de maio e terá a duração de sete meses. Workshops, conversas, cursos para professores, residências curatoriais, um programa experimental de exposições e apresentações artísticas de diversas linguagens fazem parte da programação. O local conta com espaço de convivência, sala de leitura, pátio, ateliê, sala para projeção de vídeos, entre outros ambientes.
Os espaços expositivos que irão receber as mostras da Bienal são os Armazéns do Cais do Porto, o Santander Cultural, o MARGS – Museu de Arte do Rio Grande do Sul e diversos espaços da capital e de outras cidades do RS.
Mais de vinte cidades do Rio Grande do Sul receberão artistas, obras, exposições e atividades pedagógicas, entre elas Bagé, Caxias do Sul, Ijuí, Montenegro, Pelotas, Santa Maria , Santana do Livramento, São Miguel das Missões e Teutônia.
O Projeto Pedagógico da 8ª Bienal do Mercosul contempla ainda atividades de formação de professores e mediadores, oficinas, conversa com o públicos, seminários, publicações destinadas a diversos públicos e, especialmente, a programação da Casa M. Agendamento de visitas guiadas, transporte gratuito para escolas públicas e atividades variadas serão oferecidos ao público visitante durante o período da mostra.
A equipe curatorial é composta de sete profissionais latino-americanos: José Roca (Colômbia) – curador geral, Pablo Helguera (México) - curador pedagógico, Alexia Tala (Chile), Cauê Alves (Brasil) e Paola Santoscoy (México) - curadores adjuntos, Aracy Amaral - curadora convidada e Fernanda Albuquerque (Brasil) - curadora assistente.
Exposições e atividades
Artista homenageado: Eugenio Dittborn – mostra das Pinturas Aeropostais do artista chileno, referencial na América Latina. Em exposição em Porto Alegre no Santander Cultural, com itinerâncias em três cidades do Rio Grande do Sul: Caxias do Sul, Bagé e Pelotas.
Cadernos de Viagem – expedições de artistas em nove regiões do RS entre os meses de abril, maio, junho, julho e agosto. Os resultados estão sendo exibidos em mostras individuais em institutições culturais de diversas cidades do RS e, no período da Bienal, em exposição coletiva no Armazém A7 do Cais do Porto, em Porto Alegre.
Casa M – espaço dedicado à promoção, ao desenvolvimento e ao intercâmbio artístico, localizado no centro de Porto Alegre, e que traz uma intensa programação cultural. Em funcionamento desde de Maio.
Cidade Não Vista – obras de arte em nove locais do centro de Porto Alegre, que destacam estes lugares e privilegiam a experiência e o sensorial.
Continentes – sete espaços independentes internacionais realizam atividades em caráter de residências artísticas em três espaços independentes do Rio Grande do Sul, nas cidades de Porto Alegre, Caxias do Sul e Santa Maria. Este projeto tem como objetivo a troca de experiência e a formação de redes de intercâmbio.
Geopoéticas – exposição nos Armazéns A4, A5 e A6 do Cais do Porto, em Porto Alegre, com obras e artistas que põem em cheque a noção de nacionalidade. Mostrará diversas formas de medir e representar o mundo. Algumas micronações - pequenas nações com ou sem território – também farão parte desta exposição como zonas de autonomia poética – ZAPs.
Além Fronteiras – uma visão crítica da paisagem do Rio Grande do Sul mostrada através de obras inéditas de nove artistas e peças de acervos de museus do Estado. Estará em cartaz no no MARGS – Museu de Arte do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre.
Patrocinadores e apoiadores
Essa edição conta com a adesão das seguintes empresas e instituições:
Minc - Ministério da Cultura / Governo Federal - Realização
Pró-Cultura RS / Secretaria do Estado da Cultura do Rio Grande do Sul / Governo do Rio Grande do Sul - Financiamento
Gerdau – Patrocínio Master e Patrocínio Mostras Geopoéticas e Cidade Não Vista
Petrobras - Patrocínio Master e Patrocínio Mostra Cadernos de Viagem
Banco Itaú – Patrocínio Projeto Pedagógico e Patrocínio Casa M
Santander Cultural – Patrocínio Mostra Eugenio Dittborn
Oi – Patrocínio Mostra Cidade Não Vista
Banrisul – Apoio Especial Mostra Além Fronteiras
CEEE – Companhia Estadual de Energia Elétrica do Rio Grande do Sul - Apoio Especial
Grupo RBS - Apoio do Projeto Pedagógico
Grupo SLC - Apoio Mostra Geopoéticas
Vonpar - Café da 8ª Bienal e Apoio Casa M
Crown Embalagens - Apoio
Lojas Renner - Apoio
Lojas Pompéia - Apoio
Panvel - Apoio
Irani Celulose - Apoio
Procempa - Empresa de Ti da 8ª Bienal do Mercosul
ICBNA – Instituto Cultural Brasileiro Norte-Americano – Apoio
Dez Propaganda - Apoio
Oi Futuro - Apoio Institucional
Prefeitura Municipal de Porto Alegre - Apoio Institucional
SPH – Superintendência de Portos e Hidrovias - Apoio Institucional
MARGS – Museu de Arte do Rio Grande do Sul - Apoio Institucional
Canal Futura – Apoio Institucional
Centro Cultural CEEE Erico Verissimo - Apoio Institucional
APEX – Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos – Apoio Institucional
Japan Foundation - Apoio Governamental
Ministério da Cultura da Colômbia - Apoio Governamental
Consulado Geral do México - Apoio Governamental
Conaculta - Consejo Nacional para la Cultura y las Artes (México) - Apoio Governamental
Aliança Francesa - Apoio Governamental
Consulado Geral da França - Apoio Governamental
Fundação Bienal do Mercosul
Criada em 1996, a Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul é uma instituição de direito privado, sem fins lucrativos, que tem como missão desenvolver projetos culturais e educacionais na área de artes visuais, adotando as melhores práticas de gestão e favorecendo o diálogo entre as propostas artísticas contemporâneas e a comunidade. Nos anos ímpares, a Fundação promove o evento Bienal do Mercosul, reconhecido como o maior conjunto de eventos dedicados à arte contemporânea latino-americana no mundo, oportunizando o acesso à cultura e à arte a milhares de pessoas, de forma gratuita.
Ao longo de sua trajetória, a Fundação Bienal do Mercosul sempre teve como missão a ênfase nas ações educativas e os seguintes princípios norteadores: foco na contribuição social, buscando reais benefícios para os seus públicos, parceiros e apoiadores; contínua aproximação com a criação artística contemporânea e seu discurso crítico; transparência na gestão e em todas as suas ações; prioridade de investimento em educação e consolidação da Bienal como referência nos campos da arte, da educação e pesquisa nessas áreas.
Em catorze anos de existência, a Fundação Bienal do Mercosul realizou sete edições da mostra de artes visuais, somando 444 dias de exposições abertas ao público, 57 diferentes exposições, 3.882.672 visitas, acesso totalmente franqueado, 1.034.898 agendamentos escolares, 180.089 m² de espaços expositivos preparados, áreas urbanas e edifícios redescobertos e revitalizados, 3.664 obras expostas, intervenções urbanas de caráter efêmero e 16 obras monumentais deixadas para a cidade, 138 patrocinadores e apoiadores ao longo da história, participação de 1.261 artistas, mais de mil empregos diretos e indiretos gerados por edição, além de seminários, conversa com o públicos, oficinas, curso para professores, formação e trabalho como mediadores para 1.248 jovens. A Diretoria e os Conselhos de Administração e Fiscal da Fundação Bienal do Mercosul atuam de forma voluntária.
Todos os eventos e ações da Fundação são oferecidos gratuitamente ao público, com recursos incentivados por uma grande rede de patrocinadores, parceiros e apoiadores.
Assessoria de imprensa - Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul
Fone: + 55 51 3254 7500 / email: imprensa@bienalmercosul.art.br
Sala de Imprensa, Banco de imagens em alta resolução e outras informações no site: www.bienalmercosul.art.br
inaugurada em 1980 pela marchande Mônica Filgueiras, realiza exposições regulares de seu acervo e de outros artistas contemporâneos, com forte repercussão no campo cultural.
A galeria, que já participou de todas as edições da SP-Arte, participa agora pela primeira vez da SP-Arte/Foto. É natural que a galeria tenha espaço para a fotografia, já que é especializada em obras sobre papel.
O stand da Mônica Filgueiras virá com trabalhos fotográficos de Beatriz Franco, Fabian, Fabrizio Fasano Jr, Hugo Curti, Lea van Steen, Lita Cerqueira, Lucio Carvalho, Mario Cravo Neto, Monica Vendramini, Pablo Di Giulio, Patrícia Kaufmann, Peter Schneider e Xirumba, além de vídeo de Raquel Kogan.
SERVIÇO – SP-Arte/Foto 2011
Mônica Filgueiras Galeria de Arte – stand
14 de setembro, às 19h (para convidados)
15 e 16 de setembro, das 14h às 22h
17 e 18 de setembro, das 12h às 20h
Local: Shopping Iguatemi – estacionamento boulevard
Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2232
Entrada franca
Mônica Filgueiras Galeria de Arte
Mônica Filgueiras, atuante no circuito das artes plásticas desde os anos 60, inaugura sua própria galeria em 1980, com uma mostra individual de Antonio Dias. O espaço, há mais de três décadas, além de seu trabalho permanente baseado em seu acervo, realiza exposições regulares de artistas contemporâneos, que, dada a sua amplitude, tem uma forte repercussão no campo cultural.
Os artistas
Beatriz Franco
Fotógrafa e artista nascida em Salvador em 1976. Autodidata, começa a fotografar aos sete anos. Em 2001 começa a participar de diversas mostras coletivas e individuais, em instituições como MAM-BA, Museu Afro Brasil (SP), Bienal do Recôncavo, Goethe Istitut, Centro Cultural da Caixa, Aliança Francesa e Acbeu, entre outras. Beatriz é a artista mais jovem a figurar no livro A História da Fotografia na Bahia 1839-2006.
Fabian
Nascida em Montecchio Emilia, na Itália, em 1965, Fabian iniciou em 1992 sua carreira como fotógrafa no setor da moda, em Milão. A partir de então, realizou campanhas publicitárias internacionais e colaborou com diversas revistas, entre elas Vogue Pelle (Itália), Vogue Gioiello (Itália), GQ (Itália), Glamour (Itália), Elle (França), Max (França), BIBA (França), Vizoo (Brasil), Trip (Brasil) e W New York (EUA).
Fabrizio Fasano Jr
Fabrizio Fasano Jr vive intensamente a fotografia. Após um período de 12 anos como publicitário, profissionalizou-se como fotógrafo com a publicação de seu primeiro livro Duas Paixões, de 2003. Participou de diversas mostras coletivas e exposições individuais de grande repercussão.
Hugo Curti
Dedica-se profissionalmente à fotografia desde 2003, com trabalhos nas áreas de arquitetura, moda, turismo e objetos, além de projetos gráficos e editoriais. A multiplicidade de interesses e experiências está sempre presente e traz caráter único ao seu trabalho como fotógrafo. Participou de diversas exposições e algumas de suas obras fazem parte do acervo da Pinacoteca do Estado de São Paulo.
Lea van Steen
Nascida em São Paulo, em 31 de julho de 1965, Lea van Steen é vídeo-artista, diretora de filmes de ficção, documentários e de publicidade. Em 2005 começa a pesquisar e desenvolver trabalhos de vídeo-arte e vídeo-instalação. A partir de 2001 participa de diversas mostras coletivas e festivais de arte eletrônica com trabalhos seus e parcerias com Raquel Kogan, tanto no Brasil quanto no exterior.
Lita Cerqueira
Lita Cerqueira nasceu em Salvador, Bahia, em 1952. Em 1971, deixou escola, família e trabalho para seguir em busca do sonho hippie. Em 1973, após engravidar, muda-se para o Rio de Janeiro, onde vive até hoje, e lá, junto ao seu rebento, descobre seu verdadeiro caminho. "Comecei a fotografá-lo e me tornei fotógrafa", conta Lita Cerqueira.
Lucio Carvalho
Nascido em Cambucí, RJ, em 1965, Lucio Carvalho graduou-se em Design Industrial na Unicidade, no Rio de Janeiro. Já expôs seus trabalhos pelo Brasil e também na Itália, EUA, França, Bélgica, Japão e Holanda. Venceu prêmios nacionais e também no exterior.
Mario Cravo Neto
Mario Cravo Neto nasceu em 1947 em Salvador, BA, e faleceu em 2009. Um instituto destina-se a preservar a obra e a memória do artista, inclusive todos os negativos e reproduções de obras importantes. O objetivo principal da fundação é o de servir como "curadora", visando à exposição de Mario Cravo Neto, procurando manter a alta qualidade de sua obra em livros e exposições, deixados pelo artista ao longo de sua carreira de quatro décadas.
Monica Vendramini
Fotógrafa, jornalista e artista. Trabalhou como fotojornalista para os jornais Folha de São Paulo, Estado de São Paulo, New York Times e hoje é correspondente do Liberation, LeSoir e LeTemps. Publicou trabalhos nas revistas Goed Goeval (Bélgica), Kena (México), Vogue (Austrália), Grandes Reportagens (Portugal) e Veja, Época, Marie Claire e Isto É ( Brasil ).
Pablo Di Giulio
Nascido em Buenos Aires, Pablo vive em São Paulo desde os sete anos de idade com um retorno a sua cidade natal no período de 1972 a 1977. Estudou cinema em Paris e tem obras no MAM-SP, Coleção Pirelli/MASP, MAM-RIO, Pinacoteca do Estado de São Paulo, Museu Afro Brasil e Museu de Belas Artes de Buenos Aires, assim como também em várias coleções particulares.
Patrícia Kaufmann
Natural de Guaratinguetá, SP, estudou na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, no Rio de Janeiro, onde abriu seu próprio atelier. Em 2000, Patrícia mudou-se para São Paulo, onde vive e trabalha atualmente. Estudou história da arte, gravura em metal, cologravura, serigrafia, aquarela e fotografia. Já fez várias exposições individuais e participou de exposições no Brasil e no exterior.
Peter Schneider
Peter Schneider nasce em 1963 em Frankfurt, na Alemanha. Desde 1988 trabalha como fotógrafo em estúdios de fotografia e de publicidade. Em 1992 deu início a seu trabalho como freelancer. De 1998 a 2004 viveu em Malpica, na Espanha e depois em Lugo, no mesmo país.