quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Release expo na Galeria SOSO/ Kiluanji e Segunda Ponte

 

IDENTIDADE E DIVERSIDADE NA ARTE CONTEMPORÂNEA DA BAHIA E ANGOLA

Individual do angolano Kiluanji Kia Henda, selecionado para a 29ª Bienal de SP, é aberta junto com coletiva de importantes artistas contemporâneos da Bahia, como Marepe e Caetano Dias

 

KILUANJI KIA HENDA | galeria SOSO arte contemporânea africana

SEGUNDA PONTE | espaço SOSO+

[com Adriana Araújo, Caetano Dias, Glauber Rocha, Ieda Oliveira, Maxim Malhado, Marepe, Sarah Aleluia e Virgínia de Medeiros]

 

 

abertura | dia 19 de agosto 2010 [quinta] |18h >> 22h

 

 

 

A força e a criatividade da arte contemporânea produzida em Angola e na Bahia são pela segunda vez apresentadas juntas em São Paulo. A iniciativa busca atualizar o imaginário nacional sobre estas duas produções, rompendo com estereótipos e apresentando a diversidade presente nos trabalhos de seus artistas. No próximo dia 19 de agosto (quinta-feira), a partir das 18h, o angolano Kiluanji Kia Henda abre sua primeira exposição individual na galeria SOSO arte contemporânea africana. Considerado um dos fotógrafos africanos mais importantes de sua geração, Kiluanji é um dos três artistas representantes de Angola na 29ª Bienal de São Paulo. Ele expõe na galeria ao mesmo tempo em que, no espaço SOSO+, artistas da Bahia participam da coletiva Segunda Ponte. Trabalhos de Adriana Araújo, Caetano Dias, Glauber Rocha, Ieda Oliveira, Maxim Malhado, Marepe, Sarah Aleluia e Virgínia de Medeiros reforçam e valorizam uma identidade que é genuinamente baiana, justamente porque mestiça, miscigenada, resultante da mistura entre as culturas indígenas e européia, mas sobretudo africana.

 

A exposição inédita de Kiluanji é a segunda de uma série de individuais que a SOSO vai montar com os três artistas angolanos que participam da Bienal de São Paulo. Antes, em julho, foi a vez de Yonamine e, em setembro, será o momento da exposição de Nástio Mosquito. Já a Segunda Ponte dá continuidade ao projeto 3Pontes_SP, que através da parceria entre a SOSO arte contemporânea africana e a Fundação Sindika Dokolo vai apresentar na capital paulista uma mostra dos trabalhos dos artistas baianos que participarão da II Trienal de Luanda, realizada pela Fundação Sindika entre setembro e dezembro deste ano.

 

A inauguração das mostras de Kiluanji Kia Henda e da Segunda Ponte é aberta ao público e a visitação das duas exposições acontece até o dia 18 de setembro, de segunda a sexta, das 11 às 19h, e aos sábados das 11 às 17h na galeria SOSO e no espaço SOSO+, respectivamente.

 

 

KILUANJI KIA HENDA

Kiluanji Kia Henda nasceu em 1979 e pertence à nova geração de artistas angolanos, que já possuem uma representativa carreira internacional. Nos últimos anos, ele participou de importantes mostras como a Bienal de Veneza e a Trienal de Luanda (ambas em 2007), a Trienal de Guangzhou (2008) e a Bienal de Bordeaux (2009). Também realizou residências artísticas em países como África do Sul, Itália, EUA, Alemanha, Quénia e também aqui no Brasil.

 

Para a exposição na galeria SOSO (lê-se Sôsso), o cartão de visita fica por conta do tríptico em grande formato "Un Recuerdo para Ti", apresentado pela primeira vez na Trienal de Guangzhou e que, em junho deste ano, teve uma versão exposta na mostra "Tudo o que é sólido dissolve-se no ar: o social na Coleção Berardo" em Lisboa.  Nesta obra, a dualidade se torna evidente, traz imagens de uma memória inventada, referências históricas que nos remetem ao período colonial.  Segundo a crítica de arte portuguesa Marta Mestre: "(...)uma evocação, espécie de momento da ida de um angolano à Rússia. "

 

A exposição conta ainda com o tríptico "Numbers" e dois dípticos da série mais recente do artista, intitulada "6 Portraits About Apocalipse". Nesta produção, fica evidente o instigante contraponto que Kiluanji propõe entre uma visão futurista, presente em sua narrativa, e o que ainda é tradição. Uma visão onde tecnologia, informação e evolução industrial surgem como um fenômeno dos tempos modernos, e onde o tradicional, por si só, vai deixando de ser um traço exótico na sociedade africana.

 

O confronto entre o conhecimento histórico e o estado atual da sociedade angolana permeia toda a obra de Kiluanji. Nascido e crescido numa cidade dividida por uma guerra não declarada e de formação autoditada, ele iniciou seu trabalho com fotografia nos anos 90, como assistente do fotógrafo sul africano John Liebenberg, conhecido por retratar os conflitos raciais d urante o regime de Apartheid da África do Sul. Através da fotografia, Kiluanji registra sua cidade natal, Luanda, os conflitos em Angola e os resquícios da Guerra Fria e Guerra Civil, impasses da atualidade numa complexa diversidade de perspectivas.

 

Kiluanji busca levar os espectadores a refletir sobre a contemporaneidade e seu reflexo nas sociedades, como as alterações dos hábitos e costumes que ocorrem a todo instante, as novas trocas comerciais, ou ainda a implantação de novos elementos da globalização na paisagem. Num estilo experimental, com ironia apurada, conjuga a linguagem da foto-reportagem com a da fotografia conceitual. Nos últimos anos, o artista vem também explorando a música e o teatro.

 

 

SEGUNDA PONTE

A Segunda Ponte é parte de um projeto maior, o 3PONTES, que integra a II Trienal de Luanda e, a convite da Fundação Sindika Dokolo, tem curadoria de Daniel Rangel, diretor de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia. Ao todo, o projeto levará o trabalho de 20 artistas contemporâneos baianos a Luanda, fortalecendo um processo de trocas e intercâmbio cultural entre Angola e Bahia. Em São Paulo, a Fundação Sindika firmou parceria com a SOSO arte contemporânea africana para apresentar uma mostra dos trabalhos que serão apresentados na II Trienal, surgindo assim o 3PONTES_SP.

 

O 3PONTES tem como eixo curatorial três momentos diversos da interação entre a África e a Bahia, correspondentes a períodos históricos. A Primeira Ponte se relaciona com o começo desta relação, à era da escravidão e do tráfico negreiro, entre os séculos 16 e 19. A mostra, que foi responsável pela inauguração do novo espaço SOSO+, em frente à galeria SOSO, foi aberta junto com a exposição de Yonamine, no dia 02 de julho, data da Independência da Bahia (1823), apresentando o trabalho de sete artistas baianos que utilizam linguagens contemporâneas para expressar a forte influência da cultura africana. Mais de 1.100 pessoas visitaram esta mostra, que fica em cartaz até o dia 14 de agosto (sábado).

 

Agora, é a vez da Segunda Ponte, que corresponde à retomada das relações entre África e Bahia, do final dos anos 40 e início da década de 50, período de grande efervescência cultural em Salvador, até o ano de 1964, quando é interrompido bruscamente pelo golpe militar. Neste intervalo, chegaram da Europa artistas e intelectuais como o fotógrafo e etnólogo francês Pierre Verger- que morando em Salvador desde 1946, faz inúmeras viagens à África e se torna um dos principais estudiosos da cultura africana e de sua influência na Bahia - e o pensador português Agostinho da Silva, defensor da união dos países de língua portuguesa e criador, em 1959, do Centro de Estudos Afro Orientais (CEAO), na Universidade Federal da Bahia (UFBA), primeira instituição brasileira encarregada de manter laços com a África.

 

A convite do então reitor da UFBA, Edgar Santos, também fizeram parte deste importante momento, denominado pelo historiador Antonio Risério de "avant garde na Bahia", nomes da vanguarda européia de diversas áreas das artes, como os compositores nórdicos Koellreutter e Walter Smetak, a dançarina russa Yanka Rudzka e a arquiteta italiana Lina Bo Bardi, responsável pelo projeto de reforma do Solar do Unhão e primeira diretoria do Museu de Arte Moderna da Bahia.

 

Esta ebulição intelectual e cultural que toma conta de Salvador se baseia na noção de uma brasilidade ligada à mistura cultural. E foi Lina Bo Bardi uma das principais visionárias da originalidade dos brasileiros. Ela foi encontrar no interior, em artefatos populares, um design peculiar, próprio, que é extremamente identitário, e também revelador de uma estética autoral, inovadora. Foi Lina quem primeiro percebeu na cerâmica, no trabalho em madeira e nas peças produzidas no recôncavo baiano a partir da reciclagem de materiais o que existia de mais contemporâneo na produção artística da Bahia e do Brasil (não à toa, ela projetou a famosa escadaria do Museu de Arte Moderna da Bahia inspirada nos "carros de boi" que registrou em suas viagens).

 

Os artistas da Segunda Ponte trazem esta questão, da força de uma identidade extremamente baiana aliada a um cerne de contemporaneidade.  É assim com Marepe, por exemplo, que continua morando no interior, em Santo Antonio de Jesus, cidade do recôncavo baiano, mas produz obras que são expostas em grandes centros internacional de arte, como o George Pompidou, em Paris

 

Os artistas da Segunda Ponte mostram em seus trabalhos o reflexo deste processo, de construção da identidade baiana. Um movimento encontrou no interior, no recôncavo, na cerâmica e no design popular, a influência da cultura africana em relação com nossas outras raízes, indígena e européia.  "Numa metáfora possível, se na Primeira Ponte o exercício da busca da identidade baiana consistia em olhar para o mar, para o outro lado do Oceano, em busca da Mãe África, na Segunda Ponte voltamos o olhar para o interior do Brasil, também em busca desta identidade", afirma Daniel Rangel.  "A estética africana é muito forte e é justamente esta estética que foi mais estereotipado na relação entre cultura baiana com a africana. Os artistas da Segunda Ponte rompem com este estereótipo, ao fundir estas duas identidades, acrescentando a ela os elementos das outras culturas presentes na formação cultural de povo brasileiro", finaliza.

 

Por fim, a Terceira Ponte traz um olhar especial para as aproximações existentes entre a África e a Bahia na contemporaneidade. O trabalho de seus artistas, que realizam intervenções urbanas nas mais diferentes linguagens, será apresentado em São Paulo somente depois da experiência de residência em Luanda, na ocasião da II Trienal.

 

 

ARTISTAS DA SEGUNDA PONTE

 

Marepe (1970, Santo Antonio de Jesus - BA)

Com extenso currículo de exposições dentro e fora do Brasil,   é hoje um dos artistas mais importantes de sua geração e o baiano de maior reconhecimento internacional, tendo participado de diversas exposições e eventos de artes como a Bienal de Veneza e a Bienal de São Paulo. Também já expôs na Tate Modern de Londres e no Centro George Pompidou, em Paris. Sua obra tem como referência tradições populares e objetos do cotidiano da Bahia.

 

Caetano Dias (1959, Feira de Santana - BA)

Considerado pela crítica nacional como um dos mais importantes artistas surgidos nos últimos anos na Bahia, trabalha com diferentes suportes e técnicas, como vídeo, pintura, obras tridimensionais, instalação multimídia e fotografia digital. Sua obra transita entre o sagrado e o profano, o íntimo e o público, em um intrincado jogo de significações. Participou da Bienal de Buenos Aires e expôs em Nova York, Paris, Havana, além da Venezuela, Equador e Espanha. No Brasil, realizou exposições individuais em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, Santos e Curitiba, entre outras cidades, e ganhou prêmios como os do VII Salão da Bahia – Museu de Arte Moderna – Salvador/BA (2001).

 

Virginia de Medeiros (1973, Feira de Santana – BA)

Vive e trabalha entre Salvador e em São Paulo. Do começo de sua produção, em 1995, quando utilizava tintas, lonas, pincéis e chassis, passou recentemente a utilizar diferentes linguagens artísticas, predominando as vídeoinstalações. Em 2003, foi contemplada com a Bolsa Vitae, com a qual produziu obras que expôs no Rumos do Itaú Cultural (2005-2006) e na 27ª Bienal de São Paulo. Participou de exposições coletivas na Galeria Vermelho, São Paulo (2008), no Paço Imperial, Rio de Janeiro, no Instituto Dragão do Mar, Fortaleza (2006); em Recife e em Porto Alegre (2002); no Museu de Moderna Arte da Bahia, em Salvador (2001); entre outras. Em 2009, fez residência artística em Dili, Timor-Leste, e, em 2007, expôs em Québec, Canadá, o resultado da sua participação no programa de intercâmbio cultural entre o Instituto Sacatar, na Ilha de Itaparica, e o Centro de Artes La Chambre Blanche. É Bacharel em Artes Plástica e Mestre em Artes Visuais pela Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia.

 

 

Ieda Oliveira (1969, Santo Antônio de Jesus – BA)

Com uma poética voltada para coisas simples do cotidiano, desde 1994 vem participando de várias mostras nacionais e internacionais. Realizou exposições individuais em Berlim, Munique e Siegburg (Alemanha), além de ter participado da 26ª Bienal Internacional de São Paulo e da III Bienal do Mercosul.  Fez residências artísticas  na Taipei Artist Village (Taiwan),  na Kunstlehaus de Hamburgo (Alemanha), entre outras. É bacharel em Artes Plásticas pela Escola de Belas Artes da UFBA e Mestre em Artes Visuais pela mesma universidade.

 

Maxim Malhado (1967, Ibicaraí - BA)

Começou a expor em1995. Em seu trabalho, propõe que o olhar do visitante se volte para a poesia nua do dia a dia. Participou de diversas exposições coletivas, entre as quais destacam-se o Rumos Itaú Cultural (edição 2001 e 2003); Salão Nacional de Arte do Pará (2003); o Salão Nacional de Goiás (2001) e a 24ª Bienal Internacional de Arte de São Paulo (2004).

 

Adriana Araújo (1977, Salvador – BA)

Com um trabalho intimista e delicado, na utilização da cerâmica, explora as diferentes possibilidades artísticas deste material, realizando pinturas em porcelana, esculturas e instalações. É graduada em Artes Plásticas pela Universidade Federal da Bahia (2005) e em Licenciatura Plena em Educação Artística pela Universidade Católica do Salvador (2002). Atualmente faz especialização em Arte-Educação – Cultura Popular e Linguagens Artísticas Contemporâneas. Recentemente, participou de um programa de residência artística na Austrália, com o apoio do Ministério da Cultura e venceu o Prêmio Matilde Matos, da Fundação Cultural do Estado da Bahia (2007). Participou de coletivas em Salvador, São Paulo e na Alemanha.

 

Sarah Hallelujah (1979, São Paulo - SP)

Morando e produzindo em Salvador, graduou-se na Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia (UFBA) em 2004. Trabalha com diversas técnicas, com destaque para a cerâmica e a fotografia. Desde 1999, vem realizando exposições individuais e coletivas, tendo sido premiada em 2008 , no Salão de Artes Visuais de Itabuna, promovido pela Fundação Cultural do Estado da Bahia. Atualmente é mestranda do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da UFBA e desenvolve uma pesquisa em Processos Criativos, intitulada "Objetos à Deriva – uma poética da perda e da transformação".

 

Glauber Rocha (1939, Vitória da Conquista – BA | 1981, Rio de Janeiro - RJ)

Um dos mais importantes cineastas do Brasil, Glauber fundou um movimento reconhecido e respeitado em todo o mundo: o Cinema Novo. Produziu e pensou o cinema, escrevendo livros e fazendo filmes com uma proposta de arte engajada. Sua crítica social feroz se aliava a uma estética própria, inovadora, que pretendia cortar radicalmente com o estilo importado dos Estados Unidos  em busca de uma linguagem cinematográfica genuinamente brasileira, latino-americana.

 

 

FONTES

Mario de Almeida – proprietário da galeria SOSO arte contemporânea africana

Daniel Rangel – Curador do projeto 3Pontes e diretor de Museus do IPAC/Bahia

E os artistas através das assessorias.

 

ASSESSORIA DE IMPRENSA

SOSO arte contemporânea africana – Rodrigo Linhares: 11 32223973

3PONTES  - Ana Paula Vargas: 71 3117 6445/ 71 9995 9593

 

 

SERVIÇO

O que: exposições Kiluanji Kia Henda e Segunda Ponte [com Adriana Araújo, Caetano Dias, Glauber Rocha, Ieda Oliveira, Maxim Malhado, Marepe, Sarah Aleluia, Virgínia de Medeiros]

Quando: abertura dia 19 de agosto 2010 [quinta], das 18 às 22h. Visitação até o dia 18 de setembro, de segunda a sexta, das 11 às 19h, e aos sábados das 11 às 17h.

Onde: galeria SOSO arte contemporânea africana (Av. São João, 313, 2º andar, Centro, SP) e espaço SOSO+ (Av. São João, 284, Centro, SP).

Entrada gratuita


---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Sofia Woolf <sofia@sosogaleria.com>
Data: 18 de agosto de 2010 12:13
Assunto: Release expo na Galeria SOSO/ Kiluanji e Segunda Ponte

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Exposição - O FIM É O COMEÇO - VERA WILDNER

----- Original Message -----
Sent: Monday, August 16, 2010 8:09 PM
Subject: Exposição - O FIM É O COMEÇO - VERA WILDNER


Em anexo convite da exposição:
 
O FIM É O COMEÇO
VERA WILDNER
 

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Exposição de Antonio Luiz Felkl no Espaço Cultural

Exposição Sintaxe da Figura 3 - ensaios visuais de Luiz Antonio Felkl
Espaço Cultural ESPM/RS

Abertura
Sábado, 14 de agosto, às 11h (entrada franca)

Local
Espaço Cultural da ESPM/RS (R. Guilherme Schell, 268 – Porto Alegre)

Visitação
de segunda a sexta, das 8h às 22h, e aos sábados, das 9h às15h
(Encerramento: 25 de setembro de 2010)

Informações e agendamento de visitas: espacocultural-rs@espm.br ou tel. 3218.1300


Conversa com artista
terça-feira,
25 de agosto, às 11h20min no local (entrada franca)
Participação de Niura Legramante Ribeiro, doutoranda do PPG-AVI-UFRGS.


A exposição individual Sintaxe da Figura 3 - ensaios visuais de Luiz Antonio Felkl, será inaugurada neste sábado, dia 14 de agosto, às 11h, no Espaço Cultural da ESPM (R. Guilherme Schell, 268 – Porto Alegre).

A exposição apresenta trabalhos em duas linguagens que têm como assunto a modelagem da figura humana. Em trabalhos tridimensionais, são produzidas figuras em terracota policromada, a partir de uma figura referencial que dá ordem ao trabalho, construindo a identidade enquanto grupo, pela pintura acrílica dos corpos. A outra série de trabalhos são impressões fotográficas, elaboradas através de modelagem digital com estrutura fragmentada da figura humana, originados a partir de imagens captadas da internet. Luiz Antonio Felkl cursou Arquitetura e é graduado em Artes Plásticas com ênfase em Desenho pelo Instituto de Artes da UFRGS.

 
 
 
No dia 25 de agosto, quarta-feira, às 11h20min, será realizada uma conversa com artista no local.
 
Coordenação do Espaço Cultural: Claudia Barbisan
 

claudiabarbisan.blogspot.com

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Bienal do Mercosul anuncia curador-geral


Caros.
Temos novidades sobre a 8ª Bienal do Mercosul, prevista para acontecer entre setembro e novembro de 2011, em Porto Alegre/RS.
Imagens do curador estão disponíveis no site da Bienal (www.bienalmercosul.art.br), na Sala de Imprensa/Banco de Imagens.
Contamos com vocês e estamos à disposição para entrevistas e outras informações.
Um abraço,
 
Adriana Martorano
Assessoria de imprensa
Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul
Fones: 00 55 51 3254 7532/ 32547536 / 9213 6558
email: imprensa@bienalmercosul.art.br
skype adriana.martorano
www.bienalmercosul.art.br
 

8ª Bienal do Mercosul anuncia curador-geral

José Roca será o responsável pelo projeto curatorial desta edição

 

José Roca será o curador-geral da 8ª Bienal do Mercosul, que deve acontecer em Porto Alegre/Brasil, entre os meses de setembro e novembro de 2011. Ele esteve em Porto Alegre na última terça-feira, 03 de agosto, para apresentar à diretoria da 8ª edição do evento sua proposta conceitual e dar início à execução do projeto curatorial.

Para o curador, a Bienal do Mercosul tem, desde a sua criação, uma vocação latino-americana e um perfil internacional que deve se consolidar. "Se entendemos a Bienal como um projeto de política cultural em longo prazo, é lógico que sua estratégia de posicionamento tenha sido de fora para dentro até agora. Uma vez alcançado este posicionamento internacional, estamos no momento propício para intensificar a relação com o local, particularmente o cenário brasileiro, do Rio Grande do Sul e de Porto Alegre", afirma Roca. A proposta curatorial criada por ele para a 8ª edição do evento pretende abordar a territorialidade a partir das perspectivas geográfica, política e cultural, e vai compreender noções de localidade, território, mapeamento e fronteira, o Mercosul como construção geopolítica, as organizações supranacionais de região e a cidade de Porto Alegre como lugar a ser descoberto e ativado através da arte. O curador-geral pretende aplicar esta temática em exposições e outras estratégias de ativação.

O projeto, aprovado por unanimidade pela diretoria da Bienal do Mercosul, está em fase de viabilização e orçamentação. Até o final do mês de agosto serão definidas as ações educativas, a composição da equipe curatorial – que deve contar com três curadores adjuntos, um curador pedagógico e um curador convidado – e a data para a apresentação pública do projeto completo.

O curador José Roca, nasceu em Barranquilla/Colômbia, em 1962. Formado em arquitetura (Universidad Nacional de Colombia) com especialização em Estudos Críticos (Whitney Independent Study Program, New York) e mestrado em Design e Gestão de Edificações Culturais (Ecole dArchitecture Paris-Villemin, Paris), tem 47 anos e trabalha entre Bogotá (Colômbia) e a Filadélfia (EUA).

Durante uma década dirigiu o programa artístico do Banco de La República em Bogotá, transformando-o em uma das mais respeitadas instituições no circuito da América Latina.

Roca foi cocurador da I Trienal Poli/gráfica em San Juan/Puerto Rico (2004), da 27ª Bienal de São Paulo/Brasil (2006), do Encuentro de Medellín MDE07 (2007) e da Cart[ajena], uma série de intervenções urbanas em Cartagena/Colômbia (2007). Participou do Júri da 52ª Bienal de Veneza (2007).

Ainda em 2011, Roca estará à frente da curadoria de uma exposição da artista gaúcha Regina Silveira na Fundação Iberê Camargo, em Porto Alegre/RS. Seus outros recentes projetos curatoriais incluem: Muntadas: Mecanismos da Imagem, a ser realizada em 2010 na Pinacoteca do Estado de São Paulo/Brasil; Välparaíso, uma série de intervenções urbanas em Valparaíso/Chile (2010); Otras Floras, na Galeria Nara Roesler, em São Paulo/Brasil (2008); Phantasmagoria: Espectros da Ausência, uma exibição itinerante organizada por iCI e pelo Museo de Arte del Banco de la República (2007-2009); Botánica Política, na Sala Montcada/La Caixa, em Barcelona/Espanha (2004) e Traces of Friday: art, tourism, displacement, no ICA - Institute of Contemporary Art, na Filadélfia/EUA (2003). Atualmente, é diretor artístico da Philagrafika 2010: The Grafic Unconscious - um festival de artes gráficas contemporâneas que acontece simultaneamente em vários espaços expositivos da Filadélfia.

José Roca foi escolhido pela nova diretoria da Bienal, eleita no início do mês de julho pelo Conselho Administrativo da Fundação Bienal do Mercosul. Os novos dirigentes serão responsáveis pela gestão 2010/2011. São eles:

Luiz Carlos Mandelli, presidente.

Beatriz Bier Johannpeter, vice-presidente.

Ana Luiza Mottin, diretora de publicações.

André Jobim de Azevedo, diretor jurídico.

Anete Abarno, diretora representante do Município de Porto Alegre.

Antonio Tigre, diretor de marketing.

Cláudio Teitelbaum, diretor de qualidade.

Heron Charneski, diretor do Núcleo de Documentação e Pesquisa.

José Paulo Soares Martins, diretor de captação.

Justo Werlang, diretor-conselheiro.  

Laura Fróes, diretora representante do Estado.

Léo Iolovitch, diretor de relações institucionais.

Mathias Kisslinger Rodrigues, diretor administrativo-financeiro.

Renato Nunes Vieira Rizzo, diretor de espaços expositivos.

Simone Flores Monteiro, diretora representante do Estado.

Telmo Netto Costa Júnior, diretor de Redes Sociais e TI.

 

Para conhecer os perfis dos diretores, acesse o link: http://www.bienalmercosul.art.br/novo/index.php?option=com_noticia&Itemid=5&id=870

Para referência

Criada em 1996, a Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul é uma instituição de direito privado, sem fins lucrativos, que tem como missão desenvolver projetos culturais e educacionais na área de artes visuais, adotando as melhores práticas de gestão e favorecendo o diálogo entre as propostas artísticas contemporâneas e a comunidade. Nos anos ímpares, a Fundação promove o evento Bienal do Mercosul, reconhecido como o maior conjunto de eventos dedicados à arte contemporânea latino-americana no mundo, oportunizando o acesso à cultura e à arte a milhares de pessoas, de forma gratuita.

 

Ao longo de sua trajetória, a Fundação Bienal do Mercosul sempre teve como missão a ênfase nas ações educativas e os seguintes princípios norteadores: foco na contribuição social, buscando reais benefícios para os seus públicos, parceiros e apoiadores; contínua aproximação com a criação artística contemporânea e seu discurso crítico; transparência na gestão e em todas as suas ações; prioridade de investimento em educação e consolidação da Bienal como referência nos campos da arte, da educação e pesquisa nessas áreas.

 

Em catorze anos de existência, a Fundação Bienal do Mercosul realizou sete edições da mostra de artes visuais, somando 444 dias de exposições abertas ao público, 57 diferentes exposições, 3.882.672 visitas, acesso totalmente franqueado, 1.034.898 agendamentos escolares, 180.089 m² de espaços expositivos preparados, áreas urbanas e edifícios redescobertos e revitalizados, 3.664 obras expostas, intervenções urbanas de caráter efêmero e 16 obras monumentais deixadas para a cidade, 138 patrocinadores e apoiadores ao longo da história, participação de 1.261 artistas, mais de mil empregos diretos e indiretos gerados por edição, além de seminários, palestras, oficinas, curso para professores, formação e trabalho como mediadores para 1.248 jovens. A Diretoria e os Conselhos de Administração e Fiscal da Fundação Bienal do Mercosul atuam de forma voluntária.

 

Todos os eventos e ações da Fundação são oferecidos gratuitamente ao público, com recursos incentivados por uma grande rede de patrocinadores, parceiros e apoiadores.

Assessoria de imprensa - Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul

Fone: + 55 51 3254 7533 / email: imprensa@bienalmercosul.art.br

Sala de Imprensa, Banco de imagens em alta resolução e outras informações no site: www.bienalmercosul.art.br.

 

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Press release e convite de exposição

---------- Mensagem encaminhada ----------
De: Artes Figueiredo <contato@artesfigueiredo.com.br>
Data: 28 de julho de 2010 21:48
Assunto: Press release e convite de exposição
Para: telasgaudi@gmail.com

Olá Telas Gaudí,
Obrigado por apoiar esta exposição. Envio em anexo o Press release e o convite.
Muito obrigado e um grande abraço,
Fernando Figueiredo

domingo, 25 de julho de 2010

Eduardo Kickhöfel expõe no Projeto Quadro Branco do StudioClio

Eduardo Kickhöfel expõe no Projeto Quadro Branco do StudioClio

 Vernissagem

Projeto Quadro Branco - Eduardo Kickhöfel

Com Eduardo Kickhöfel

Dia 26 de julho, segunda-feira, às 19h.

StudioClio – Instituto de Arte e Humanismo
José do Patrocínio 698, Cidade Baixa – Fone 3254 7200

 Nesta edição do Projeto Quadro Branco, Eduardo Kickhöfel apresenta a obra Estudos para um Juízo Final. Ao contrário de Michelangelo e seus nus heróicos da Capela Sistina, aqui as imensas figuras tomam formas adequadas a sua danação; o desenho explicita não só a condição religiosa do homem, mas sua mortalidade sempre à espreita. O artista inaugura a exposição no StudioClio com vernissagem no dia 26 de julho, segunda-feira, às 19h30. A obra poderá ser visitada a partir de 27 de julho, de segunda a sexta-feira, das 9h às 19h. Este projeto é uma parceria do StudioClio com o Museu do Trabalho e a Cerveja Coruja. A cada dois meses, um artista com destacada presença no cenário das artes plásticas na capital gaúcha é convidado a expor no Café do Studio.

Vernissagem
Dia 26 de julho, segunda-feira, às 19h

Visitação

De 27 de julho a 01 de outubro

De segunda a sexta-feira, das 9h às 19h


Valores

Entrada Franca

Parceiros

Museu do Trabalho e Cerveja Coruja

Maiores informações pelo telefone 51 3254.7200 ou pelo site www.studioclio.com.br  

Eduardo Kickhöfel

Formado em pintura pelo Instituto de Artes da UFRGS, Eduardo fez mestrado em história da arte e da cultura na UNICAMP e doutorado em filosofia da ciência na USP, ambos a respeito dos estudos de anatomia de Leonardo da Vinci. Além de ministrar cursos no StudioClio, é professor convidado de história da arte na Escola do MASP e professor de história da filosofia da Renascença na UNIFESP, também em São Paulo. Não obstante a vida acadêmica, mantém a prática do desenho e fez em julho/julho de 2008 no StudioClio sua primeira exposição de desenhos, vencedora do III Prêmio Açorianos de Artes Plásticas na categoria desenho. 

Andréia Varga 

StudioClio - Assessoria de Comunicação

(51) 3254 7200 | (51) 8526 0565

www.studioclio.com.br

---------- Mensagem encaminhada ----------

De: StudioClio - Andréia Varga <imprensa@studioclio.com.br>
Data: 21 de julho de 2010 15:55
Assunto: ENC: Eduardo Kickhöfel expõe no Projeto Quadro Branco do StudioClio
Para: StudioClio - Andréia Varga <imprensa@studioclio.com.br>

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Abertas Inscrições Bienal B


---------- Mensagem encaminhada ----------
De: ZUPO <zupo@zupo.com.br>
Data: 22 de julho de 2010 12:15
Assunto: Abertas Inscrições Bienal B
Para: ZUPO <zupo@zupo.com.br>

Queridos Parceiros!

 É oficial, abriremos as inscrições para a BB.

Todas as informações no site www.bienalb.org

  CRONOGRAMA

- Inscrições: de 07 de julho (quarta) a 20 de agosto de 2010 (sexta).

- Seleção: de 21 de agosto (sábado) a 20 de setembro (segunda).
- Divulgação dos selecionados: 21 de setembro, terça.

- Abertura Oficial da 3ª BIENAL B/2010: 21 de outubro (quinta).

Isabel de Castro

Coordenadora e Curadora Geral da Bienal B
www.bienalb.org
www.isabeldecastro.pro.br

 FAROL--5K

FAROL: Observatório de Arte
www.farol872.com.br
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segunda-feira, 21 de junho de 2010

Conversa com Nelson de Magalhães

 
----- Original Message -----
Sent: Sunday, June 20, 2010 5:49 PM
Subject: Fwd: Conversa com Nelson de Magalhães

VAMOS LÁ???

Na próxima terça-feira das 11h20 às 12h40 no Espaço Cultural da ESPM
teremos o Conversa com o Nelson de Magalhães - exposição MÓBILES
presenças de Lilian Maus e de Flávio Gonçalves
te esperamos lá
 
local: Guilherme Schell, 350

Amélia Brandelli
51 - 81209900

quarta-feira, 9 de junho de 2010

convite e sugestão de pauta - Bienal tem nova diretoria

Caros.
Na próxima segunda-feira, 14 de junho, a Fundação Bienal do Mercosul apresenta o seu novo presidente e os membros que vão compor a diretoria para a gestão 2010/2011, responsável pela realização da 8ª Bienal do Mercosul. Segue um relase. Os nomes dos novos diretores serão anunciados na ocasião.
 
A posse acontece em um evento com coquetel, às 19h30min, no auditório da Fundação Iberê Camargo, com a presença do Presidente do Conselho da Fundação Bienal, dr. Jorge Gerdau Johannpeter. Quem quiser participar do evento ou fazer cobertura pode confirmar presença respondendo a esta mensagem.
 
Contamos com vocês e estamos à disposição.
Um abraço
 
Adriana Martorano
Assessoria de imprensa
Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul
Fones: 00 55 51 3254 7532/ 32547536 / 9213 6558
email: imprensa@bienalmercosul.art.br
skype adriana.martorano
www.bienalmercosul.art.br
 

Bienal do Mercosul tem novo presidente

 

Empresário Luiz Carlos Mandelli assume a gestão 2010/2011

 

Na próxima segunda-feira, 14 de junho, toma posse o novo presidente da Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul, o empresário Luiz Carlos Mandelli. Na ocasião, o presidente vai apresentar os nomes que vão compor a nova diretoria, que terá a missão de conduzir os trabalhos para a realização da 8ª Bienal do Mercosul. A posse acontece em evento para convidados, às 19h30min, no auditório da Fundação Iberê Camargo, com a presença do presidente do Conselho de Administração da Fundação Bienal, dr. Jorge Gerdau Johannpeter e demais conselheiros. Durante o evento será oferecido coquetel em homenagem à diretoria da 7ª Bienal do Mercosul, que foi presidida pelo economista Mauro Knijnik.

Nome reconhecido no meio empresarial, o novo presidente é membro do Conselho de Administração da Fundação Bienal do Mercosul desde a sua constituição, em 1996. "Tenho orgulho em ver que a Bienal é um dos maiores eventos de arte do país. Ao assumir a presidência da Instituição, minha contribuição será empresarial, na tomada de decisões e na formação de equipes. Quero ajudar a elevar a Bienal a uma dimensão muito importante, com maior trânsito no interior do estado e mais visibilidade internacional", declara Mandelli.

Natural de Porto Alegre, Luiz Carlos Mandelli, 68 anos, é Diretor Presidente da DHB – Componentes Automotivos S/A. Foi apontado cinco vezes como Líder Empresarial Nacional pelo jornal Gazeta Mercantil no período de 1980 a 1993, quando teve uma presença atuante no cenário empresarial do Rio Grande do Sul e do Brasil. Durante dez anos, de 1983 a 1993 foi Presidente do SESI/SENAI e, entre 1986 e 1993, acumulou a função de Presidente da FIERGS - Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul. Em 1988, foi eleito Membro do Conselho Empresarial de Competitividade. Um ano mais tarde, foi eleito coordenador do COAL - Coordenadoria de Assuntos Legislativos da CNI – Confederação Nacional da Indústria. Em 1991 foi nomeado pela ADVB-RS como "O Homem de Vendas do Ano" e tornou-se Membro do CEAL - Conselho de Empresários da América Latina. No período de 1991 a 1993 foi Coordenador Geral do Conselho Empresarial de Competitividade, trabalhando diretamente com o Ministro da Fazenda da época a fim de melhorar a competitividade brasileira. Em 1994 foi nomeado Membro do Conselho Empresarial do Ministério de Relações Exteriores. De 1989 a 1995, representou o País em diversas missões internacionais como Vice-Presidente na CNI – Confederação Nacional da Indústria. Em 1995 foi nomeado pelo Presidente Fernando Henrique Cardoso como membro do Conselho da Reforma do Estado, vinculado ao MARE – Ministério da Administração e Reforma do Estado.

A eleição do novo presidente e da diretoria da Fundação Bienal do Mercosul é mais uma etapa em direção à realização da próxima edição da Bienal, prevista para acontecer entre os meses de setembro e novembro de 2011, em Porto Alegre. Além de trabalhar para a realização da 8ª Bienal do Mercosul, a nova diretoria está empenhada em aplicar um projeto de ação continuada que envolve as áreas de educação e acervo da Fundação Bienal. O projeto, previsto para ser iniciado no segundo semestre de 2010, tem em vista a aplicação de residências artísticas e oficinas em várias cidades do Rio Grande do Sul, a criação de um portal educativo interativo na internet e a realização de um Seminário Internacional de Arte, Educação e Cultura Digital.

A escolha do curador-geral da próxima Bienal já está em andamento e seu nome deve ser divulgado em breve.

Para referência

Criada em 1996, a Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul é uma instituição de direito privado, sem fins lucrativos, que tem como missão desenvolver projetos culturais e educacionais na área de artes visuais, adotando as melhores práticas de gestão e favorecendo o diálogo entre as propostas artísticas contemporâneas e a comunidade. Nos anos ímpares, a Fundação promove o evento Bienal do Mercosul, reconhecido como o maior conjunto de eventos dedicados à arte contemporânea latino-americana no mundo, oportunizando o acesso à cultura e à arte a milhares de pessoas, de forma gratuita.

 

Ao longo de sua trajetória, a Fundação Bienal do Mercosul sempre teve como missão a ênfase nas ações educativas e os seguintes princípios norteadores: foco na contribuição social, buscando reais benefícios para os seus públicos, parceiros e apoiadores; contínua aproximação com a criação artística contemporânea e seu discurso crítico; transparência na gestão e em todas as suas ações; prioridade de investimento em educação e consolidação da Bienal como referência nos campos da arte, da educação e pesquisa nessas áreas.

 

Em catorze anos de existência, a Fundação Bienal do Mercosul realizou sete edições da mostra de artes visuais, somando 444 dias de exposições abertas ao público, 57 diferentes exposições, 3.882.672 visitas, acesso totalmente franqueado, 1.034.898 agendamentos escolares, 180.089 m² de espaços expositivos preparados, áreas urbanas e edifícios redescobertos e revitalizados, 3.664 obras expostas, intervenções urbanas de caráter efêmero e 16 obras monumentais deixadas para a cidade, 138 patrocinadores e apoiadores ao longo da história, participação de 1.261 artistas, mais de mil empregos diretos e indiretos gerados por edição, além de seminários, palestras, oficinas, curso para professores, formação e trabalho como mediadores para 1.248 jovens. A Diretoria e os Conselhos de Administração e Fiscal da Fundação Bienal do Mercosul atuam de forma voluntária.

 

Assessoria de imprensa - Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul

Fone: + 55 51 3254 7533 / email: imprensa@bienalmercosul.art.br

Sala de Imprensa, Banco de imagens em alta resolução e outras informações no site: www.bienalmercosul.art.br.

 

Junho de 2010

 

terça-feira, 8 de junho de 2010

Bienal do Mercosul recebe prêmio

Adriana Martorano
Assessoria de imprensa
Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul
Fones: 00 55 51 3254 7532/ 32547536 / 9213 6558
email: imprensa@bienalmercosul.art.br
skype adriana.martorano
www.bienalmercosul.art.br
 

Projeto Pedagógico da Bienal do Mercosul recebe Prêmio Ibero-americano Educação e Museus

Menção honrosa concedida pelo programa de cooperação intergovernamental Ibermuseus reconhece trabalho educativo da Fundação Bienal do Mercosul

 

O Projeto Pedagógico da Fundação Bienal do Mercosul recebeu uma menção honrosa no I Prêmio Ibero-americano Educação e Museus, promovido pelo Ibermuseus, programa de cooperação intergovernamental para a área de museus e da museologia da Ibero-américa. O objetivo da premiação é identificar e reconhecer práticas de ação educativa que promovam o desenvolvimento pessoal e de coesão social em museus e outras instituições semelhantes nos países ibero-americanos.

A divulgação dos vencedores aconteceu no último dia 26 de maio, no Museu da América, em Madri / Espanha, durante o IV Encontro Ibero-americano de Museus. Concorreram ao prêmio 97 projetos de 16 países - Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, El Salvador, Equador, Espanha, Guatemala, México, Panamá, Peru, Portugal e Uruguai -, dentre os quais foram selecionados os três primeiros lugares e as 20 menções honrosas. Do Brasil, apenas a Bienal do Mercosul e a Pinacoteca do Estado de São Paulo foram contempladas. Os projetos escolhidos vão fazer parte de um Banco de Práticas Educação e Museus, que será difundido no Portal Ibermuseus. O Banco de Práticas será uma ferramenta que permite a socialização de projetos e a possibilidade de replicar, adaptar e aplicar experiências na área da diversidade e da riqueza das instituições, países e culturas locais da Ibero-américa. Para conhecer a lista dos projetos vencedores, acesse: http://www.ibermuseus.org/premio-educacao-e-museus/resultado-premio-educacao-e-museus.

 

Desde a realização da primeira Bienal do Mercosul, em 1997, a Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul investe na formação de público para a arte contemporânea. Em 2008, o projeto permitiu maior integração com a comunidade e os diferentes públicos, realizando uma ação educativa permanente. Para o segundo semestre de 2010, a Fundação pretende colocar em prática projeto Arte e Educação: experiências em rede na Bienal do Mercosul, com a aplicação de residências artísticas e oficinas em cidades do RS, a criação de um portal educativo na internet e a realização de um Seminário Internacional de Arte, Educação e Cultura Digital.

Dentre as ações que formam o Projeto Pedagógico estão: Encontros para Formação de Professores, Cursos para Formação de Mediadores, oficinas em escolas, instituições parceiras e espaço público, residências artísticas em cidades do interior do Rio Grande do Sul, palestras e debates com artistas e educadores, Simpósios de Arte-educação, agendamento de visitas para grupos durante as Bienais do Mercosul e transporte gratuito para estudantes de escolas públicas de municípios do Rio Grande do Sul durante o evento Bienal do Mercosul. Este trabalho visa contribuir verdadeiramente na qualificação do ensino da arte no Rio Grande do Sul, auxiliando parceiros e secretarias de cultura e de educação dos municípios no que diz respeito a uma série de demandas existentes no ensino das artes.

Sobre o Prêmio

O Programa Ibermuseus é um programa de cooperação intergovernamental para a área de museus e da museologia da Ibero-américa.

A Declaração assinada pelos 22 países da Ibero-américa em junho de 2007, afirma em suas páginas a necessidade de estabelecer e potencializar a capacidade educativa dos museus e do patrimônio cultural. A Declaração sugere, como linha de ação prioritária, a criação de um Prêmio em Ação Educativa.

A ação educativa é hoje uma função imprescindível e necessária dos museus, que atuam como uma ferramenta essencial de desenvolvimento pessoal e de coesão social, ao apresentar e discutir temas relacionados com a memória, a memória social e o patrimônio cultural. O programa Ibermuseus entende que a ação educativa, sempre que utilizada de maneira coerente para o desenvolvimento humano e a promoção da harmonia social, pode contribuir significativamente para o fortalecimento dos direitos humanos e para o desenvolvimento de uma cultura de paz, favorecendo conceitos como acesso, identidade, diversidade, solidariedade e liberdade, por meio da relação com os diversos agentes sociais. Por isso, a realização do Prêmio Ibero-americano Educação e Museus evidencia tanto a vontade de visibilizar experiências em ação educativa no âmbito dos museus da Ibero-américa, como valorizar e promover essas iniciativas com o objetivo de fortalecer os museus como agentes essenciais para o desenvolvimento.

Os projetos escolhidos obedeceram aos seguintes critérios:

·         Adequação do projeto aos objetivos da convocatória: favorecer o desenvolvimento pessoal e a coesão social utilizando o patrimônio histórico e natural como recurso educativo.

·         Projetos que permitam inovar e que apresentem originalidade e criatividade temática e /ou metodológica no planejamento e na execução.

·         Descentralização territorial da proposta e adequação ao contexto local.

·         Impacto, penetração e alcance social da proposta, cobertura (capacidade de provocar mudança ou melhora, dinamização da memória social, beneficiários diretos e indiretos).

·         Atenção às diversidades étnicas, sociais e culturais.

·         Incentivo e desenvolvimento de didática museística que fomente a participação ativa e em equipe na construção de conhecimentos de valores.

·         Presença (aplicação) de avaliadores (internos e externos) ao projeto.

·         Fomento do trabalho em rede como estratégia de trabalho.

·         Continuidade, sustentabilidade, prospecção e cenários futuros (capacidade de diversificar recursos, de criar colaborações e vínculos institucionais e territoriais).

(fonte:http://www.ibermuseus.org/premio-educacao-e-museus/edital-premio-educacao-e-museus)

Para referência

Criada em 1996, a Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul é uma instituição de direito privado, sem fins lucrativos, que tem como missão desenvolver projetos culturais e educacionais na área de artes visuais, adotando as melhores práticas de gestão e favorecendo o diálogo entre as propostas artísticas contemporâneas e a comunidade. Nos anos ímpares, a Fundação promove o evento Bienal do Mercosul, reconhecido como o maior conjunto de eventos dedicados à arte contemporânea latino-americana no mundo, oportunizando o acesso à cultura e à arte a milhares de pessoas, de forma gratuita.

 

Ao longo de sua trajetória, a Fundação Bienal do Mercosul sempre teve como missão a ênfase nas ações educativas e os seguintes princípios norteadores: foco na contribuição social, buscando reais benefícios para os seus públicos, parceiros e apoiadores; contínua aproximação com a criação artística contemporânea e seu discurso crítico; transparência na gestão e em todas as suas ações; prioridade de investimento em educação e consolidação da Bienal como referência nos campos da arte, da educação e pesquisa nessas áreas.

 

Em catorze anos de existência, a Fundação Bienal do Mercosul realizou sete edições da mostra de artes visuais, somando 444 dias de exposições abertas ao público, 57 diferentes exposições, 3.882.672 visitas, acesso totalmente franqueado, 1.034.898 agendamentos escolares, 180.089 m² de espaços expositivos preparados, áreas urbanas e edifícios redescobertos e revitalizados, 3.664 obras expostas, intervenções urbanas de caráter efêmero e 16 obras monumentais deixadas para a cidade, 138 patrocinadores e apoiadores ao longo da história, participação de 1.261 artistas, mais de mil empregos diretos e indiretos gerados por edição, além de seminários, palestras, oficinas, curso para professores, formação e trabalho como mediadores para 1.248 jovens. A Diretoria e os Conselhos de Administração e Fiscal da Fundação Bienal do Mercosul atuam de forma voluntária.

 

Assessoria de imprensa - Fundação Bienal de Artes Visuais do Mercosul

Fone: + 55 51 3254 7533 / email: imprensa@bienalmercosul.art.br

Sala de Imprensa, Banco de imagens em alta resolução e outras informações no site: www.bienalmercosul.art.br.

 

Junho de 2010